segunda-feira, 13 de junho de 2016

Crítica ao objeto da colega

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     O objeto da colega Flávia apresenta uma interface reativa, pois a interação da pessoa com ele se limita ao imã com os reed switch, que são poucos e controlam leds de cores diferentes, o que torna a interação finalística e a resposta ao movimento do imã sempre a mesma. Nele, a presença de duas faces com dois imãs possibilita o uso de mais de uma pessoa, porém o gel e o espelho, ao invés de propiciar maior interação entre elas, tornou-se um obstáculo para cada uma ver do outro lado.
     Para ampliar a interação em direção à lógica programática, proponho a relação desse objeto com os das colegas Luísa Padua, Mariana e Giovana. Seriam incorporadas as seguintes características ao objeto original:

  • articulação e possibilidade de manipulação dos espelhos dos objetos da Mariana e Giovana
  • os imãs utilizados ficariam dentro de formas geométricas tridimensionais como no objeto da Luísa, o que tornaria o objeto mais interessante e com melhor estética
     O novo objeto proposto conteria uma maior quantidade de leds, dispostos em todas as superfícies laterais dele formando uma trama de fios (brancos), sendo que estariam separados em vários circuitos diferentes, cada um com uma cor específica e com um red switch particular. Dentro do objeto, ao invés do gel com espelhos, haveria uma estrutura moldável de espelhos, formando uma espécie de labirinto para a passagem e reflexão da luz. Dessa forma a interação ficaria mais ampla e mais interessante sem perder a essência do objetos proposto pela colega, uma vez que, além das variadas luzes que os usuários poderiam acender e fazer refletir, eles também podem mudar a forma dos espelhos no interior.

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